Sou Considerado Maker só Programando?

Nessa quarentena resolvi explorar minha criatividade e fazer uns projetos pessoais com programação. Compartilho eles num canalzinho que fiz no youtube:

Mas não chego a manipular objetos, construir peças etc. Só sei codar kkk. Ainda sim posso me considerar um maker?

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Bom, o que eu tenho feito nos ultimos 50 anos só recentemente recebeu o nome de “Maker” (comecei a construir coisas lá por 1970) … então, por que não ? :grin:

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Olá. Uma vez conversando com um cara de eletrônica perguntei, “Se eu faço uma cadeira em madeira, filmo o processo explicando como se faz e disponibilizo o desenho técnico; isso não maker? Fazer e compartilhar”. Ele respondeu isso é marcenaria, se fosse fabricado em CNC seria maker.

“Maker: A nova revolução industrial”, de Chris Anderson, pode te dar algumas respostas ou reflexões. Pelo que eu entendo, ser maker é fazer, modificar, melhorar, criar…seja linhas de código, receitas de bolo, soluções químicas, etc. É meter a cara e aprender fazendo.

Quanto a “só ser Maker se usar CNC”… um video de exemplo…

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Outro excelente é o “Zero to Maker”, de David Lang (não sei se tem traduzido). Em resumo, é um cara que conta a própria estória desde o momento em que é chutado do trabalho-padrão e sua trajetória para “virar” Maker.

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A impressão 3D é uma prova disso. Tem quem ache que é só ligar e mandar fazer a peça. Há muito conhecimento e trabalho manual por trás de uma peça muito bem acabada. O canal FRATESCHI GARAGE mostra uma peça em ABS(impressão 3d) super acabada com uma pintura que parece que foi feita de plástico injetado.
Só não curto a galera que afirma que cultura maker é tecnologia em um discurso nítido de exclusão de outros saberes: marcenaria, trabalhos em metal, química, etc.